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SABENDO GERIR AS RELAÇÕES E CONQUISTANDO VÍNCULOS SAUDÁVEIS

O conceito de Qualidade de Vida reconhecido pela OMS – Organização Mundial de Saúde é representado pelo estar bem consigo mesmo e com as pessoas que nos cercam. Ter saúde, portanto, nada mais é que equilibrar e harmonizar nossa energia e o nosso tempo para as diversas esferas do viver.

“Stress” é o conjunto de reações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço de reação e adaptação. Nossa saúde se abate quando não temos o que ou não conseguimos fazer algo. Somente sabendo que o mais importante é a PESSOA, poderemos viver de maneira mais leve, ou seja, nossos valores devem estar em COMUNHÃO com os valores de nossos pares.

Sabemos que ninguém tem o poder de transformar ninguém, mas ninguém também consegue se transformar sozinho. Toda transformação depende desta relação.

A cultura de uma organização é formada pela ATITUDE de seus gestores. Se o corpo desta organização se constituir de colaboradores que tenham EMPATIA inserida no processo relacional, estes se desenvolvem querendo fazer a diferença.

A palavra mágica é ACOLHIMENTO. Fazer de “coração”, fazer a diferença impactando as pessoas. Isto é o mais importante. Dar o máximo de nós ao outro. Mas, para que estes valores sejam internalizados tal atitude deve ser espontânea.

A espécie humana é coletiva e, portanto, vive em comunidade. Viver é sinônimo de se relacionar. Nossos vínculos são determinantes do significado destas relações. A saúde advém do viver o que tem significado para nós, ou seja, viver por nosso “propósito”. Sendo assim possuir um significado maior e compartilhado aos nossos pares proporciona a plenitude e acessa nossa felicidade. Ser feliz passa a ser então sinônimo de ser saudável.

Nossa felicidade é presencial e um “presente” ao pé da letra. Aprendemos isso quando resignificamos nossas relações. No contexto terapêutico aprendemos a acessar internamente e não mais externamente o nosso potencial.